“Fora cachorrada!”


Veja o que rola na reunião comandada pela pastora que é filha de Baby do Brasil, onde só entra mulher, e confira os mandamentos das princesas.

Sarah Sheeva no Culto das Princesas (Foto: Jessica Monstans / EGO)Sarah Sheeva, filha de Baby do Brasil, no culto das princesas: ‘Somos as princesas de Deus contra o espírito da cachorrice’, diz ela, que tem 39 anos e virou evangélica em 1997 (Foto: Jessica Monstans / EGO)

Ccerca de 800 mulheres se espremem em um salão dentro de um clube em Copacabana, na Zona Sul do Rio, onde fica a sede da Igreja Celular Internacional. De vestido de bolinhas e salto alto, Sarah Sheeva, 39 anos, sobe ao palco. “Estamos aqui contra o espírito da cachorrice. Somos as princesas de Deus. Amém”, diz ela, seguida pelo coro da multidão. “Vamos gritar mais que show de rock!”, empolga-se a pastora, filha da cantora Baby do Brasil. É o culto das princesas, que acontece sempre na última quinta do mês.

 “Se você é mulher e só aparece cachorro safado na sua vida, vem para cá que vai atrair homem honrado. Glória a Deus, Senhor, entoa Sarah, que se tornou evangélica em 1997. De discípula, virou pastora, e passou a ministrar congressos de santificação Brasil afora. pouco mais de um ano, começou a escrever um livro, “Manual de princesices – Como deixar de ser cachorra, se tornar uma princesa, e receber o amor que você merece”, que será lançado ainda este ano.

“Percebi que no meio evangélico havia uma carência no que dizia respeito a ensinamentos para as mulheres”, conta. “Como o livro ainda não estava pronto, decidi fazer as reuniões. Na primeira, esperava umas 10 mulheres, mas apareceram 100. Na segunda, vieram 300. Começou a vir tanta gente que tivemos que abrir inscrições”, lembra ela. “Agora sonho em fazer no Theatro Municipal, suspira.

Nas reuniões, há de adolescentes a mulheres na faixa de 50 anos, e homem não entra. No dia em que o EGO esteve lá, Pedro Bial e sua equipe faziam uma reportagem para o programa “Na Moral”, mas até o jornalista teve que deixar o salão após os cantos de louvor que dão início ao culto. “Elas ficam constrangidas”, explica Sarah, que ensina as mulheres a “se valorizar e não aceitar migalha emocional”.
Sarah Sheeva no Culto das Princesas (Foto: Jessica Monstans / EGO)
O culto reúne de adolescentes a mulheres na faixa
de 50 anos, e acontece uma vez por mês no Rio
(Foto: Jessica Monstans / EGO)

Sem sexo e beijo na boca
Princesa que se preze não chega junto, mas espera o homem certo chegar. “Temos um tesouro no meio das pernas. O fato de ter uma vagina faz de você o ser mais precioso da Terra”, diz Sarah durante o culto. Quem segue os ensinamentos da pastora também não usa roupa sexy. “Mulher que usa decote não bota limite. Damos limites na nossa própria veste. Por que as prostitutas se vestem daquela forma? Aprenda a ter sensatez, a botar mistério nas suas vestes”, enfatiza ela, já julgando a camiseta regata que a repórter estava usando. “Dá para ver o ‘reguinho’ do seu seio, não pode”.

Sexo e beijo na boca são delícias apenas para o casamento. Se o príncipe ainda não apareceu, espere na seca. “A vontade da carne é igual a vontade de comer empada quando se está de dieta”, compara Sarah, há 10 anos sem sexo e há nove sem beijar na boca. Para não cair em tentação, ela evita filmes de romance, entre outras coisas. “É desafiador, mas não provoco desejo. Oro e me cuido”, diz. “Se Deus não me casou, é porque ainda não quis”, conta a pastora, que não admite nem ela mesma se dar prazer. “Não me masturbo”, afirma. “E também não tenho vergonha de dizer que estou há 10 anos sem ver um homem nu. Já fui ninfomaníaca, viciada em homem. Eu era uma ex-cachorra, sei o que é aceitar migalha emocional. Mas você aprende o que está errado e conserta”.

Sarah Sheeva no Culto das Princesas (Foto: Jessica Monstans / EGO)
Sarah está há 10 anos sem sexo e há nove sem
beijar na boca: ‘Se Deus não me casou, é porque
ainda não quis'(Foto: Jessica Monstans / EGO)

A parte final do culto é dedicada às perguntas das princesas. A maioria acaba sendo justamente sobre sexo. “Se você é casada, a Bíblia fala que não se pode privar o outro do seu corpo. Se você gosta e ele também, não tem problema. Eu, por exemplo, adoro um sovaco cabeludo”, brinca Sarah. Quase metade das perguntas é sobre sexo anal. “Deus criou cheiro para dizer o que presta e o que não presta. Por que as fezes fedem? É um orifício de saída, e não de entrada”, responde Sarah.

Depois das perguntas, ela canta enquanto assistentes passam para pegar os envelopes com as doações das princesas. “Jesus falou comigo: ‘não cobra’. Faço esse trabalho por amor. Luto para ajudar as mulheres. Mas a igreja oferece o espaço, e têm contas de luz e água para pagar”, justifica Sarah. “Se você quer adorar materialmente, não só na palavra, vou orar por você nesta parte financeira”, diz a pastora às fiéis. “Que venham sobre elas 10 vezes mais do que estão botando nos envelopes”, continua.

Ao fim do culto, depois de quase três horas, Sarah recebe as princesas para autografar seus dois livros, “Onde foi que eu errei?” e “Defraudação emocional”, à venda durante as reuniões. “Cuidado com o que você vai escrever. Fora de contexto as pessoas não entendem, acham que é coisa de maluco”, diz ela à repórter. “Mas não ligo para os julgamentos. Quando não sentia essa paz, ninguém me chamava de maluca”.

Mandamentos de uma Princesa (Foto: Ego)
Fonte: EGO
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O amor esfriou, e agora ?


O que leva um casal a quebrar a sua intimidade? O que gera um esfriamento na relação matrimonial? Não é incomum ouvirmos testemunhos e preocupações com o esfriamento da relação de um casal, seja ele físico, afetivo, emocional, enfim, um distanciamento.
Recentemente li em um jornal de grande circulação na cidade de São Paulo um artigo sobre “relacionamento conjugal”. A matéria destacava, entre outros aspectos, o distanciamento sexual do casal ao longo de determinadas etapas da vida conjugal, por exemplo dois anos, cinco anos, dez anos etc. O mais interessante era perceber que a crise não ocorria em torno dos 40, 50 anos de vida conjugal, mas especialmente entre casais jovens, e os motivos do distanciamento elencados na matéria eram estresse em função do trabalho, prioridade na construção de uma carreira, cansaço, desencontro de horários, problemas financeiros.
Esta é só uma das inúmeras matérias que relatam o conflito no relacionamento conjugal. O autor da reportagem não levou em consideração o ser cristão ou não. Porém, a constatação é que em nossa realidade muitos casais estão vivendo experiência semelhante. O que gera esses conflitos? O que é intimidade?
Intimidade é a “qualidade do que é íntimo; familiaridade; relação íntima”, e íntimoé o “que está muito no interior; profundo; âmago; muito cordial, muito ligado; pessoa a quem se dedica particular afeição”.

A intimidade com Deus – pessoal e familiar – um desafio!
Deus deseja estabelecer um relacionamento de intimidade com cada um de nós individualmente e como casal e família. A Palavra do Senhor afirma que “a intimidade do Senhor é para os que o temem, aos quais ele dará a conhecer a sua aliança” (Salmos 25.14 – ARA).
Precisamos estabelecer um relacionamento íntimo com Deus! Se você olhar para a Palavra do Senhor, verá que desde a criação de Adão e Eva Deus queria ter intimidade com eles. No Novo Testamento o discipulado de Jesus é um processo de relacionamento, de intimidade, companheirismo e amizade. O próprio Jesus afirmou em João 15: “Vocês são meus amigos”! Em Marcos 14.3-9 lemos o relato sobre a mulher que ungiu os pés de Jesus em Betânia, e na narrativa de João 12 ela ungiu os pés de Jesus e enxugou-os com seus cabelos. Jesus reconhece o afeto dessa mulher.
No entanto, alguns fatores podem quebrar a intimidade. Pensando ainda no ministério de Jesus, Pedro é um exemplo disso: diante da sua fragilidade humana, ele chega a prometer que morreria por Jesus, mas quando Jesus foi preso, usou uma arma para defendê-lo, depois passou a “segui-lo de longe” e finalmente o negou por três vezes (Mateus 25).
Deus nos criou para sermos felizes e usufruirmos de todas as suas bênçãos, no casamento, na intimidade conjugal, no relacionamento familiar, com os amigos e irmãos na fé…

A intimidade com Deus no casamento

O que pode quebrar a intimidade no relacionamento conjugal?Alguns autores fazem várias listas de atitudes que acabam por afastar um casal. Destaco aqui algumas delas: mania de criticar; raiva e ressentimentos recalcados; fracasso na comunicação; falta de confiança no companheiro ou em si mesmo; insegurança quanto à aparência física; não enfatizar o valor do sexo; falta de sensibilidade; ausência de contato físico não sexual (afetividade); excesso de “televisão”, e hoje podemos acrescentar excesso de tempo dedicado ao computador.
Onde acabamos sendo tentados em nosso relacionamento que pode gerar um esfriamento? (Leia Tiago 1.13-15 e Provérbios 6.24-29.) Podemos destacar três grandes áreas: sexo, finanças e comunicação. Esses temas têm sido abordados com freqüência naLar Cristão, pois sabemos que isso tem gerado o esfriamento em muitos relacionamentos.

O que fazer para conseguir resgatar a intimidade no casamento?

Intimidade espiritual – é fundamental voltar ao primeiro amor. Acredito que nenhum casal que está distante um do outro realmente conseguirá estabelecer intimidade com Deus. O Espírito Santo estará sempre incomodando!

Estabeleça confiança mútua – o casal deve buscar resgatar os valores do início do relacionamento, deve se abrir, conversar de forma franca, amistosa, sem, contudo, procurar culpar somente o outro, mas buscar ajuda para a restauração. Apoio mútuo.

Aprendam a gozar a sensualidade – o namoro deve ser contínuo depois do casamento. Ele encoraja o relacionamento sexual como amantes e ainda desafia os casais a viverem o sexo depois dos 60, 70, 80 anos – uma bênção que continua!

Programem passeios, divirtam-se!–Incluam no orçamento familiar recursos para “continuar namorando”!

Qual é o nosso maior desafio?

Viver a proposta de Deus para o amor em 1 Corínitos 13: a maturidade do amor. Aprendemos que não devemos procurar no casamento “meus próprios” interesses. Aprender que a proposta de Deus no casamento é “fazer o outro feliz” (leia Colossenses 3.16-17, 23). Na narrativa de Neemias sobre a restauração dos muros aprendemos que eles não são muros de separação, mas de proteção.

Você tem praticado o amor?

Há quanto tempo você não faz um elogio ao seu cônjuge? Quanto tempo faz que vocês não conversam, passeiam, namoram, dão risada juntos? Não deixe seu amor esfriar! Busque a alegria e a comunhão no Senhor e a plena felicidade proposta por Deus para sua vida conjugal!
Você tem presenteado seu cônjuge? Levado flores ou bombons para sua esposa, ou feito algo especial para seu marido? Posso lhe dar um conselho? Desligue a televisão, o computador e gaste tempo com seu cônjuge. Organizem a vida de vocês para experimentar a cada dia a alegria de uma vida conjugal.
O Senhor, com certeza, está abençoando seu casamento! Não desista dele! Não abra mão da bênção de Deus sobre sua vida conjugal!

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