Celuar Prejudicial à saúde ?


Radiação interfere na produção das células no organismo humano

O uso de celulares e seus efeitos nocivos são estudados pela Radiestesia desde o início da telefonia móvel. Essa ciência analisa a sensibilidade do ser humano exposto a qualquer tipo de radiação ou frequência vibratória, as quais, constantemente, nos cercam, como as energias eletromagnéticas de instalações elétricas, satélites, microondas e redes de alta tensão.

Estudo divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (IARC, na sigla em inglês) aponta que o uso frequente de aparelhos celulares provoca o risco de câncer no cérebro. Os campos eletromagnéticos gerados pelas radiofrequências estão classificados na categoria 2B e são considerados possivelmente cancerígenos, na origem dos gliomas – um tipo maligno de câncer cerebral.

O fato é que nem sempre conseguimos notar os efeitos dessa radiação que interfere na reprodução das células no nosso organismo. Com o uso do aparelho celular é exatamente isso o que acontece. “Os celulares oscilam em frequências que podem causar degeneração celular, dificultar o metabolismo e causar várias doenças graves”, declara o radiestesista Marcelo Gomes, membro da Associação Brasileira de Radiestesia (Abrad).

Sintomas da exposição

Gomes explica que essas frequências promovem um conflito no sistema nervoso central, podendo gerar diversos distúrbios, tais como dores de cabeça, debilidade da visão, comprometimento do raciocínio, fadiga, estresse e também perda da capacidade de processamento e armazenamento de informações pelo cérebro, que tem que compensar a interferência de uma frequência diferente de sua atividade.

Em crianças o efeito é ainda maior, por estarem em fase de desenvolvimento. “No cérebro de uma criança ou adolescente, a exposição excessiva pode danificar as sinapses (a comunicação entre os neurônios) e gerar inúmeras dificuldades, tais como diminuição do crescimento normal, do raciocínio, maior dispersão, distúrbios do sono, dificuldade de absorção de nutriente e vitaminas e outros mais”, afirma o radiestesista.

Simples cuidados

O ideal é evitar a exposição excessiva e o uso prolongado de aparelhos celulares em casa e no trabalho, alternando o tempo de conversação, não deixando passar de 3 minutos em cada ouvido, utilizando fones de ouvido ou viva voz. A localização das antenas de transmissão também nunca deve estar próxima a hospitais, escolas e creches.

“Estudos em outros países apontam que o tempo de exposição que oferece riscos seria de aproximadamente mil horas, porém, isso também torna-se relativo, pois depende do tipo de aparelho, potência e até da proximidade com as subestações. Mas, fazer uso moderado e consciente dessas tecnologias já é uma forma de se evitar a interferência das radiações”, conclui Gomes.

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